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Déjà Vu Sobrenatural

por Andrusca ღ, em 03.11.10

Ganhei uma nova leitora ^^ a Suky que também tem uma história super viciante, podem ver aqui.

Este capítulo dedico-o a ela ^^

Hope you like it ;)

 

Capítulo 13

Decepção

 

- O que é que já estás a fazer acordada? – Perguntou Vicky ao entrar no meu quarto.

- Estou a escolher a roupa para levar, o que é que parece? – Perguntei.

- Mas Mel, a reunião é só depois do almoço… ainda são oito da manhã.

- Estou nervosa sabes… como é que eles serão?

- Quem? Os outros caçadores? – Perguntou ela, ao sentar-se na cama.

- Sim… - Sentei-me ao seu lado.

- Tu já conheceste alguns…

- Sim… mas nem todos os caçadores são como o Neal Borris. Pelo menos espero que não.

- Mas tu sabes que os caçadores não são de confiança Mel… sabes que não lhes podes contar dos sonhos, ou do sangue do Bryan, ou que és imune a alguns poderes de alguns demónios…

- Sim, eu já sei disso tudo, o Jason e Bryan disseram-me tudo ontem. Estou desejosa que o tempo passe.

- Queres mesmo que reunião de caçadores chegue não queres? Deves imaginá-los uns deuses.

- Deuses não, mas são heróis, afinal salvam a vida dos outros, certo? Agora vais-me ajudar a escolher a roupa porque eu não acerto com isto.

Vesti uns calções castanhos-claros, à exploradora e vesti uma blusa branca, de alças. Calcei umas botas também castanhas-claras e pus espuma no cabelo, para que se encaracolasse. Pus um brinco com uma pena bege na orelha esquerda e pus o telemóvel no bolso dos calções.

Descemos as escadas e vimos televisão. Passado um tempo almoçámos. Pela primeira vez Jason e Bryan tinham cozinhado, fizeram esparguete à bolonhesa. Serviram-nos e tudo, a mim, a Phil e a Vicky, que apesar de não precisar de comer, quis experimentar. Ao olhar para o prato não me apetecia nada provar, a massa estava toda pegada e a carne parecia crua, mas peguei nos talheres e provei um bocado, ao mesmo tempo que Phil e Vicky. Entreolhámo-nos com umas feições de tortura, mas como ninguém se pronunciava, eu comecei.

- Mmm… está… muito… bem, posso dizer que nunca tinha comido um esparguete à bolonhesa assim. – Disse, pousando os talheres. – Vocês por acaso puseram sal?

- Sim, pusemos, como dizia na receita. – Disse Bryan.

- É que está um bocado… doce. – Disse eu. – De onde é que tiraram o sal?

- Daquele frasco ali. – Respondeu Jason, apontando para um frasco em cima da bancada.

Voltei a olhar para a comida e para os meus companheiros de tortura e depois olhei para Jason e Bryan.

- Pois… esse é o… frasco do açúcar. – Acabei por dizer.

- Mas está bom na mesma? – Perguntou Bryan, esperançoso.

- Experimentem. – Incentivou Vicky.

Eles pegaram nos talheres e levaram a comida à boca, deitando-a fora segundos depois.

- Que horror! – Queixou-se Jason. – Está mais doce que sei lá o quê.

- Quem é que quer pizzas? – Perguntou Bryan, já com o telemóvel na mão.

Esperámos que as pizzas chegassem e depois comemos. Depois de comermos arrumei a cozinha com a ajuda de Vicky e pus a loiça na máquina.

- Mel, estamos despachados, não vens? – Perguntou Jason, já à porta.

- Claro que sim. – Corri até eles, despedi-me de Vicky e de Phil.

Phil tinha dito que não queria ir porque já tinha ido a muitas reuniões de caçadores e que eram sempre a mesma coisa.

Tenho a certeza que Bryan e Jason também não queriam ir, mas eu desde que soube que ia haver uma que não me calo, por isso decidiram fazer um esforço em ir comigo, até porque não me iam deixar ir sozinha para o meio dos outros caçadores todos.

Chegámos ao bar, que pertence a uma ex-caçadora, Whitney, mas ainda não estava lá ninguém. Sentei-me no bar e pedi uma cerveja.

- Sabes, tu dás bastante que falar. – Disse-me Whitney, ao pôr a garrafa de cerveja em cima do balcão.

- Ai sim?

- Sim, pelos bons motivos. Bem, não para os que se queixam, mas pareces bastante corajosa pelo que se diz… se bem que se olhasse para ti nunca te chamaria caçadora.

Whitney Crass tinha lutado contra muitos demónios, mas agora, com quase cinquenta anos, deixou-se dessa vida e abriu o bar, que é mais frequentado por caçadores do que por outras pessoas. Ela tem o cabelo ruivo, curto e é bastante musculada para uma mulher. Tem umas calças de ganga vestidas e uma blusa azul-escura.

- Não és a primeira a dizer isso. – Bebi um gole da cerveja.

Passou-se uma hora até que começassem a chegar caçadores, mas a partir do momento em que chegou o primeiro, chegaram os outros todos e num abrir de olhos o bar estava completamente cheio. Neal Borris estava a um canto a falar com outros homens, “Bah, aquele homem irrita-me”, pensei. Bryan e Jason já estavam a falar com outros caçadores. Eu tentei meter conversa com alguns mas cada vez que dizia que era caçadora, eles riam-se. As únicas alturas em que algum caçador falava comigo era para me tentar engatar, e quando eu dizia que não estava no bar para ser engatada mas sim por ser caçadora, viravam-me as costas. Seria assim tão difícil de acreditar? Só porque não tenho os músculos de Whitney, não quer dizer que não possa lutar bem, aliás, aposto que deitava um deles ao chão num piscar de olhos.

Voltei para o balcão e sentei-me num banco, agarrei na cerveja e dei mais um gole. Aproximou-se um rapaz que devia ter mais ou menos a minha idade, usava umas calças pretas e uma blusa às riscas horizontais, vermelhas e cinzentas, tinha uns ténis pretos calçados e um cabelo preto, curto, com uma crista.

- O que é que uma rapariga tão bonita faz aqui sozinha? – Perguntou ele, pegando numa cerveja.

- Não sei bem. – Dei outro gole na cerveja. – És o primeiro rapaz simpático que conheci hoje.

- Eu sei… eles podem ser um bocado difíceis, e fechados. Alguns têm um feitio muito especial. E é difícil integrares-te quando não conheces ninguém. E especialmente com essas roupas.

- Qual é o problema das roupas?!

- Não parecem muito boas para… lutar, suponho que lutes.

- Pois luto, e safo-me bem e as roupas são boas para lutar. Quando se luta bem luta-se com qualquer roupa.

- É verdade. Brindemos a isso. – Levantou a cerveja dele e eu bati com a minha. – Então e posso saber qual é o teu nome?

- Melanie.

- Melanie… é um nome bonito… Melanie, eu sou o Taylor, Taylor Crispin.

Passei um grande bocado da tarde à conversa com Taylor. Ele era simpático e não se parecia nada com os outros caçadores. Ele não duvidou quando lhe contei do fantasma do hotel assombrado ou de quando matei o wendigo, é claro que não lhe contei os pormenores mais importantes como os sonhos, mas mesmo assim ele não duvidou nem se riu, o que para mim era um avanço enorme. Passado um pouco foi falar com outros caçadores e eu voltei a ficar sozinha no bar.

- Então, não é exactamente como esperavas? – Perguntou Whitney.

- Definitivamente não. Eles são todos tão… convencidos. E olha que eu cresci num ambiente de snobs, mas estes ainda são piores… e agora ainda te vai custar mais acreditar que sou uma caçadora. – Pronunciei, mordendo o lábio e percebendo que dizer que se cresceu num ambiente snobs não ajuda a integrar no meio de caçadores.

- Não me custa acreditar em nada. Tu tens personalidade, isso é bom, mas também tens coração, e isso, oh minha querida, os caçadores não têm.

- Porque não?

- Porque a maior parte deles já não precisa dele. Passam a vida sozinhos atrás de monstros, os únicos casos que têm são os de uma noite, com uma rapariga qualquer que conhecem num bar. Amigos não têm. Um caçador é sempre demasiado desconfiado para chamar outra pessoa de amiga.

- Pois… olha, não viste o Jason e o Bryan?

- Não, saíram há bocado mas não os vi voltar a entrar.

- Estranho… se os vires diz-lhes que fui para casa ok? Isto já deu o que tinha a dar.

- Ok.

Ia-me despedir de Taylor, mas também não o vi.

Saí do bar e comecei a caminhar, mas vi o Opel de Jason por isso voltei atrás. Tinha um papel no vidro.

 

«Se quiseres voltar a ver os teus “amigos”, vem ter ao armazém nº7, nas docas. É melhor que te despaches, não os vais querer encontrar no chão sem vida.»

 

Entrei no carro graças às maneiras que Bryan me ensinou a destrancar coisas e conduzi até às docas. O sol já se estava a começar a pôr quando lá cheguei.

Estacionei o carro, agarrei numa pistola e saí. Andei de um lado para o outro a percorrer os vários armazéns, até chegar ao sete. Quando lá cheguei, vi o caçador com que esperava nunca mais ter que falar, infelizmente não tive essa sorte. Neal Borris estava à frente da porta, mas ao seu lado estava… Taylor e mais uns cinco caçadores que estavam no bar.

- O que é isto? – Perguntei.

- Nós temos um desafio para ti. – Disse Taylor.

- Já que és tão boa, vamos ver se consegues salvar os teus amigos. Aviso já que só tens tempo para um, por isso vais ter uma escolha muito difícil. Mas tem cuidado, o demónio não vai gostar de convidados e o chão pode ser traiçoeiro. – Disse Neal.

- E as paredes podem enganar. – Disse um dos outros caçadores.

- Mas acho que o pior vai ser a bomba… boa sorte com os teus dez minutos para salvares o amigo que escolheres. – Disse Taylor.

- Seu atrasado mental eu juro que… - Empurrei Neal.

- Olha que o tempo está a contar. – Interrompeu Taylor.

Abri caminho entre eles e abri a porta. O armazém tinha dois andares, mas o segundo era mais como uma varanda enorme. Vi Jason amarrado na parede contrária da porta e Bryan a cerca de dez metros dele. Vi a bomba na parede lateral esquerda e ouvi passos. Olhei para trás e os caçadores já se tinham ido embora. A bomba marcava nove minutos e trinta segundos. Comecei a caminhar para Jason quando fui empurrada de lado, quando me levantei do chão vi um demónio. Tinha o aspecto de um homem, mas tinha os olhos completamente pretos.

- Eu não tenho tempo para ti! – Levei a mão ao cinto, onde supostamente estaria a minha arma. – Eu não acredito nisto! Eles levaram a arma quando empurrei Neal!

Comecei ao murro ao demónio e quando finalmente consegui levar a mão à bota esquerda, tirei a faca e mandei-a para o demónio, acertando-lhe no pescoço. Passei por ele e arranquei-lhe a faca, metendo-a de novo dentro da bota. Olhei para a bomba, sete minutos.

Corri até Jason e rasou-me uma flecha, mesmo por cima da cabeça, olhei para as paredes e vi-as cheias de flechas. Agarrei no demónio e mandei-o para a minha frente, fazendo com que as flechas disparassem todas. Aproximei-me de Jason, tirei-lhe a mordaça e desamarrei-o, disse-lhe para ir para a porta. Depois fui até Bryan e fiz o mesmo, ele correu até à porta mas quando eu o segui o chão à minha frente começou a cair, tive que recuar e depois vi que não tinha caminho nenhum para percorrer, estava um grande buraco no chão, de uma ponta a outra do armazém. A bomba marcava três minutos.

- Vão embora. – Gritei, vendo se conseguia passar de alguma maneira.

- Nem penses, nós não te vamos deixar assim Mel. – Disse Jason.

- Corram, não sejam parvos!

- Mas nós somos parvos, mas somos uns parvos que não abandonam os outros. Não consegues mesmo passar por lado nenhum? – Perguntou Bryan.

Olhei em todos os lados e a única coisa que vi que me podia ajudar era uma corda, pendurada do andar de cima, mesmo no meio do buraco. O problema era que não lhe conseguia chegar. Olhei para a bomba, dois minutos e meio. Voltei a olhar para a corda, desejando que se movesse um bocado que fosse e então ela começou a balançar, na minha direcção.

- Mel, não faças isso! – Gritou Jason com uma voz pessimista, percebendo a minha ideia.

Não liguei e dei um passo atrás, dei impulso e quando a corda estava quase ao pé de mim saltei, agarrei-me a ela e balancei-me até à outra parte. Jason e Bryan agarraram-me e saímos de lá a correr, metemo-nos no carro e Jason começou a conduzir, segundos depois ouvimos e vimos a explosão.

- Então, ainda tens a mesma opinião acerca de caçadores? – Perguntou Bryan.

- Definitivamente não.

Voltámos para o bar, os caçadores estavam a fazer assados nos fogareiros na rua. Avistei Neal, que se encontrava ao pé de Taylor e dos outros caçadores. Aproximei-me dele e ele viu-me.

- Ainda estás viva! Que bom… então diz lá, qual escolheste? O para sempre amado Jason ou o amigo para sempre Bryan? – Perguntou Taylor, com uma voz presunçosa.

Eu permanecia impávida.

- Adivinha. – Disse Jason, saindo detrás de um carro.

- Então foi o sempre amado Jason… tenho que dizer que sempre pensei que o escolhesses a ele. – Continuou Neal.

- Porquê? Achas que ela também não gosta de mim? – Perguntou Bryan, chegando-se ao pé de mim, vindo por trás de alguns carros.

- Mas como? Não é possível era só possível salvar um. – Dizia Neal, atrapalhado.

- Claro, para ti talvez, mas aparentemente a fedelha irritante consegue ser melhor que tu. – Disse eu, aproximando-me. – Eu pensava que já estávamos conversados sobre este assunto dos meus amigos.

- Como se eu aceitasse ordens de uma miúda qualquer que pensa que é alguém. Nunca. – Riu-se e deu-me um murro, mandando-me ao chão.

Os outros caçadores desataram a rir.

- Que grande caçadora. – Gozava um.

- Deve achar que pode com o Neal. – Dizia outro.

Jason e Bryan dirigiam-se a Neal furiosos e prontos a atacá-lo, mas eu levantei-me e parei-os.

- Não. – Pedi. – É a minha vez. Eu acho que vou gostar disto.

Os caçadores formaram uma meia roda à frente do bar e estavam lá todos, até Whitney. No centro estava eu e Neal. Conseguia ouvi-los a falar de como Neal ia dar cabo de mim e de como eu nunca teria o que era preciso para ser uma caçadora. Deitei uma olhadela rápida a Whitney, que me sorria. Não um sorriso presunçoso como quem diz que vou perder. Um sorriso amigável e encorajador.

- Então Barbie, estás com medo de atacar? – Perguntou Neal.

- Eu não, tu é que pareces um bocado ansioso. – Dei-lhe um murro mas ele defendeu-se e deu-me um pontapé.

Fraquejei e dei um passo atrás. Os risos dos outros homens já me estavam a meter raiva. Eu não tinha que lhes provar nada, mas já que ali estava, ia-lhes mostrar como é que uma “Barbie”, como me chamam, luta.

Dei um murro a Neal, mas não o afectou muito e depois comecei com alternados entre murros e pontapés. Ele agarrou em mim e mandou-me para o chão.

- Está na altura da vingança boneca.

Aproximou-se de mim mas eu fiz-lhe uma rasteira enquanto estava no chão e levantei-me, dei-lhe um pontapé que o impediu de se levantar.

- Isto quase me lembra de quando te venci quando lutámos no bar em Arizona. – Disse eu.

Os outros caçadores estavam agora em silêncio, à espera de um desfecho na batalha. Neal continuava no chão.

- És patético. E eu tenho melhores coisas para fazer do que perder o meu tempo contigo. – Virei costas e comecei a afastar-me.

Ele estava junto à parede do bar e levantou-se, vi pela sombra das luzes que estava prestes a mandar-me uma faca, por isso baixei-me e tirei a minha da bota, virei-me repentinamente e mandei-a, acertando-lhe na blusa, na parte do ombro e pregando-o à parede.

- Boa pontaria. – Disse um dos caçadores.

- Eu falhei. – Disse eu, aproximando-me de Neal e tirando a faca.

Eles começaram a fazer «úúss» a gozar com Neal e a fazer uma grande festa por causa da batalha.

- Calem-se! – Gritei. – Vocês não são ninguém para estar a gozar, são só um bando de perdedores que não têm mais nada que fazer e então metem-se à caça de demónios! Apostam em quem mata o demónio tal e deitam tudo o que for preciso ser deitado abaixo para ganharem essa aposta. Isto não vos vai interessar mas eu digo na mesma, eu acordei hoje de manhã a pensar que ia conhecer os maiores heróis de todos os tempos. Os homens que lutam contra monstros para salvarem os outros, mas descobri que vocês não são nada disso. São ridículos, uns perdedores e pior, não têm coração e até já matam dos vossos. Hoje quando me for deitar, vou pensar em como tive uma das maiores desilusões de sempre ao perceber que os heróis que tanto queria conhecer eram farsas! Eram pessoas inseguras e fúteis a brincar aos guerreiros. Porque vocês não passam disso! – Aproximei-me de Taylor. – E como vês, a roupa é perfeita para lutar. Agora passa para cá a minha arma. – Ele obedeceu e eu dei-lhe um murro e comecei a andar em direcção ao carro. – Vocês não têm o direito de se rir quando eu digo que sou uma caçadora, porque tenho tanto direito ao título como qualquer um de vocês.

Jason e Bryan seguiram-me e entrámos no carro. Começámos a ir para casa de Phil.

- Uau, tu foste demais. – Disse Jason. – Em tudo.

- Obrigada. – Respondi, sem qualquer ânimo na voz.

- Não fiques assim, eles não merecem. – Disse Bryan.

- Eu sei. E vocês tinham razão, não se pode confiar em caçadores… por isso é que não têm amigos… porque os traem a todos.

- Eu tenho amigos. – Disse Jason. – Eu tenho-te a ti, e ao Phil, e o Bryan além de ser meu irmão, é meu amigo.

- Eu sei, e essas são precisamente as únicas pessoas por quem dava a vida, a contar contigo. – Admiti.

- Por falar em dar a vida… - Bryan virou-se para trás, a olhar para mim. – Como é que a corda começou a balançar na tua direcção?

- Não faço ideia. É estranho, mas não é a primeira vez que acontece. Quando fui capturada pelo Crowllang, o vampiro, também me libertei assim, de um momento para o outro as correntes desapertaram-se. E quando fui agarrada por aquele velho maluco naquela mansão, as cordas também se desamarraram sozinhas… e houve mais vezes…

- Isso é estranho… mas eu lembro-me que já tinhas falado disso. Temos que falar com a Vicky e com o Gabriel.

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