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Déjà Vu Sobrenatural

por Andrusca ღ, em 22.11.10

Capítulo 33

Apostas

 

- Bem-vinda a Vegas querida! – Exclamou Jason, com um sorriso na cara e um braço à volta da minha cintura. – A cidade do pecado… Deus, eu adoro esta cidade…

- Também eu. – Respondeu Bryan. – Todas as cidades deviam ser como Las Vegas.

- Então qual era a graça de vir a Las Vegas? – Perguntei.

Depois de um momento a olharem ambos para mim, Jason respondeu.

- Tens razão. Vegas não pode, nunca, ser copiada.

- Seria uma catástrofe… - Completou Bryan.

- Pois… vá-se lá imaginar… um mundo sem apostas, jogos… - Disse eu, no gozo.

- Não gozes com Las Vegas. Las Vegas é… um paraíso. – Disse Jason.

Não me consegui conter e soltei uma enorme gargalhada.

- Bem, mas esquecendo Vegas por uns segundos, Mel, tens alguma pista do que se passa por aqui? – Perguntou Bryan.

- Bem, isto, sendo Las Vegas, eu diria que alguém se embebedou várias vezes e matou montes de gente, mas, esquecendo que isto é Las Vegas, temos definitivamente um demónio. E um demónio muito agressivo.

- Bem, já está quase de noite, que me dizem a vestirmos roupas de noite e passarmos nuns casinos? – Perguntou Jason.

- Para quê? Jogar, procurar o demónio ou apreciar os lindos rabos de saias? – Perguntei.

- Ohoh, essa foi boa, quase que me apanhaste… - Disse ele, esticando o dedo. – Mas a única rapariga para quem vou olhar é para ti. Mas jogos e bebidas… porque não?

Subimos para os quartos e enquanto Jason se vestia eu fui tomar um duche rápido, estava toda transpirada por ter andado a correr atrás de um vampiro.

Vesti uns calções pretos, muito curtinhos, com uma blusa prateada, de atar ao pescoço e muito brilhante, depois calcei umas sandálias com várias tiras prateadas e com um salto de cunha altíssima. Pus espuma no cabelo e pintei as unhas de vermelho, o verniz preto que tinha já estava todo a sair. Maquilhei-me.

Quando fui ter com Bryan e Jason ao quarto de Bryan, eles ficaram os dois especados a olhar para mim.

- Que foi? – Perguntei.

Jason aproximou-se de mim e agarrou-me pela cintura.

- Tu estás escaldante. – Murmurou.

- Obrigada. – Sorri. – Estamos em Las Vegas rapazes. Eu não brinco em Las Vegas… muito…

Fomos para um casino e enquanto Bryan foi jogar dardos, Jason foi jogar cartas. Para ser sincera, não acho muita piada aos jogos e apostas, mas notava-se claramente que eles adoravam. Acabei por me sentar no bar a beber um martini. Passados poucos minutos sentou-se um homem ao meu lado. Tinha um estilo à rapper, vários colares e anéis de ouro e calças a cair pelo rabo a baixo. Tinha o cabelo um pouco comprido e cheio de gel, espetando para todo o lado. Tresandava a álcool.

- Olá aí. – Disse-me, ao que eu ignorei. A noite ia ser longa. – O que é que um lugar como tu faz numa rapariga como este?

- Hã? – Estava definitivamente bêbedo.

- É uma fala, do filme da Múmia, quando eles tão no deserto e...

- Eu conheço o filme.

- Gostas de filmes de terror hã? Sabes… eu podia-te mostrar umas coisas muito aterradoras…

- Não duvido, mas tenho a certeza que te podia mostrar coisas ainda mais. Deixa-me em paz.

- Eu não vou sair daqui. Tenho tanto direito como tu.

Nunca tinha dito que não. Também só me aparecem bêbedos à frente, tenho uma sorte.

- Desde que te cales… - Murmurei.

Ele continuou a tagarelar e eu fartei-me, por isso levantei-me e fui ter com Jason, mas acabei por me fartar depressa. Reparei que Bryan estava sentado no bar e fui sentar-me a seu lado.

- Já estás farta disto, certo? – Perguntou.

- Bem podes ter a certeza. E o pior é que não faço a mínima ideia de como vamos conseguir descobrir alguma coisa.

- Temos que falar a língua deles. Metade destas pessoas podem ser demónios, mas também podem não ser. Da última vez que cá estivemos, eu e o Jason descobrimos um sítio onde eles se escondem. É o disfarce perfeito. Vamos lá amanhã.

- E é assim tão fácil?

- Vamos precisar de uma maneira de entrar, de fazer com que sejamos aceites.

- Estava a soar fácil demais.

Depois de regressarmos para o hotel fomos dormir e no outro dia de manhã Jason e Bryan contaram-me o seu plano.

Até não pareceu muito difícil, porém, requeria coisas indispensáveis. Para tristeza deles, e minha também, apesar de eles pensarem que me estava a divertir imenso, fomos às compras.

- Não vais entrar nesta? – Perguntou Bryan, apontando para uma loja.

- Não. – Respondi. – Não parece ser o que precisamos.

- A sério? Mel… esta loja parece ser o teu estilo… - Jason parecia surpreendido por eu não andar de loja em loja, e Bryan então nem se fala.

- E é. Mas não é o estilo daquilo que procuramos.

Entrámos numa loja com roupa muito requintada e eu experimentei vários vestidos e acabei por comprar dois. Sinceramente, espero não precisar de mais.

Comprámos também roupa para Bryan e Jason e depois retomámos ao hotel.

Fui para o quarto e vesti um dos vestidos acabadinhos de comprar, um vestido vermelho, com um decote enorme, justo e curtinho. Calcei uns sapatos pretos e prendi umas mechas de cabelo atrás, com uma mola preta. Pintei os lábios de vermelho e avivei a sombra dos olhos. Troquei o meu colar do coração por um muito mais vistoso, de ouro, com um enorme pendente. Pus também uma bracelete de ouro.

Encontrámo-nos todos no andar de baixo. Eles estavam espectaculares. Bryan tinha umas calças de ganga e uma blusa branca, com um colete preto e depois um casaco. Jason usava umas calças pretas, com uma t-shirt toda lisa branca e uma camisa cinzenta escura por cima, desabotoada. Tinha ainda um chapéu ao estilo do Michael Jackson.

- Uau, esmeraste-te. – Disse Jason, beijando-me.

- Olha quem fala. Vocês estão um espanto, se não viessem ter comigo nem sabia que eram os meus amigos…

- Toda a gente sabe o que fazer? – Perguntou Bryan. – Só temos uma oportunidade para entrar.

- Relaxa Bryan, vai correr tudo às mil maravilhas. – Assegurei.

A única maneira de nos deixarem entrar onde queríamos, era se pensassem que tínhamos dinheiro, e mais importante, que o queríamos investir.

Esperámos pela noite e fomos até um armazém abandonado. Batemos à porta. Ninguém abriu, mas depois de insistirmos veio um homem à porta. Era muito musculado e enorme. Tinha uma cara de poucos amigos.

- O que é que querem? – Perguntou, com uma voz rouca.

- Assistir ao espectáculo. – Respondeu Jason, com a maior das calmas.

Estava na hora de entrarmos nos papéis.

- Não há espectáculo nenhum. – Respondeu o homem.

- Nós não queremos só ver. Queremos participar. – Assegurou Bryan. – Veja, eu costumava entrar neste tipo de coisas.

- São duzentos dólares. – Olhou para mim. Eu permanecia impávida. – Por cada. Sem dinheiro, não há entrada.

Afastei-me de Jason, que me envolvia a cintura com um braço e aproximei-me ousadamente do homem. Tirei um rolo de notas do decote.

- Isto chega? – Perguntei, ousadamente.

- Tenho a certeza que sim. – Respondeu ele, a olhar-me de alto a baixo.

Aproximei-me mais e sussurrei-lhe ao ouvido.

- Espera até veres o meu bombom lutar. – Desviei-me e mordi o lábio.

Jason e Bryan aproximaram-se de nós e Jason voltou a agarrar-me, para entrarmos.

- Vamos Marilú, hora do show. – Disse-me, enquanto passávamos pelo homem e entrávamos.

Entrámos e estávamos agora no meio de uma multidão, que assistia, em círculo, a uma luta sem qualquer protecção.

- Boa jogada, a do dinheiro. Como é que te foste lembrar disso? – Sussurrou-me Jason ao ouvido.

- Obrigado. Ando a ver muitos filmes… O que é que fazemos agora?

- Um dos lutadores é o demónio. Pode não ser o que anda a matar as pessoas, mas é definitivamente demónio, e pode-nos guiar até ao outro. – Respondeu ele, enquanto sorria, como se estivesse a dizer algo sugestivo.

- Vamos separar-nos. – Disse Bryan. – Boa sorte.

Fomos cada um para seu lado e eu não vi nada de suspeito, a não ser um homem que não parava de olhar para mim. Quando veio ter comigo reconheci-o. Era o homem da noite anterior, do casino.

- O que é que uma mulher como tu faz num sítio destes? – Perguntou-me.

Concentra-te Mel, não deites tudo a perder.

- Apostas. É o que se faz aqui certo? – Eu agia com muita naturalidade, mas convencidamente.

- Então não te esqueças de apostar em mim, porque eu ganho sempre…

Quando finalmente me consegui livrar dele, reencontrei-me com Bryan perto da entrada, e também ele não tinha descoberto absolutamente nada. Jason chegou e de repente todos fizeram uma roda à nossa volta.

- Há algum problema? – Perguntei.

- Saiam daqui. Não vos vamos contar nada do que querem saber… - Disse uma voz na multidão.

- O que é que queremos saber? – Perguntou Bryan.

- Seja o que for, não vão saber aqui. – Respondeu uma voz diferente.

- E se fizermos uma troca? – Propôs Jason. – Digam o preço, a minha namorada ainda tem bastante debaixo daquele decote…

Dei um passo na multidão e percebi que apesar de não estar ali nenhum demónio por agora, eles tinham um segredo, e não era nada bom. Olhei para eles como uma femme fatal.

- Vá lá rapaziada. – Comecei, com a minha voz sugestiva. – Vocês não estão com medo de três forasteiros, estão?

- Uma troca. – Disse um, que se chegou à frente. – Uma luta. Vocês ganham, nós falamos. Vocês perdem, nunca mais aparecem.

- Soa razoavelmente. – Disse Bryan. – Contra quem é que vamos combater?

- Spike. – Disse o homem, apontando para outro, ainda mais musculado que o da entrada e ainda mais alto.

Engolimos os três em seco. Ele era, de facto, assustadoramente enorme.

- Esperem até verem os meus homens lutarem. – Disse eu, convencidamente.

- Nós escolhemos.

- O quê? – Perguntou Jason, incrédulo.

- Vocês estão no nosso espaço. Nós escolhemos, e quem vai enfrentar o Spike será a finória ali.

Os meus olhos arregalaram-se e dei uma olhadela rápida a Spike. Estava completamente morta.

- Isso não é justo, não é uma luta minimamente equilibrada. – Discutiu Bryan.

- Mas é a que propomos. – Respondeu outro homem. – Para tornar mais justo, a vossa menininha pode desistir a qualquer momento do combate. É só dizer que quer parar, e nós vencemos por desistência. Pode ser até antes do primeiro murro.

Jason aproximou-se de mim e agarrou-me no braço.

- Não tens que fazer isto. Preferia até que não o fizesses. Não vais poder usar os teus poderes Mel…

- Eu sei. – Sussurrei. Comecei a andar de novo e observei as pessoas. – Eu aceito! – Gritei.

- Perfeito! – Disse o homem que tinha falado em primeiro lugar. – Amanhã, aqui, dez da noite.

- Combinado.

Voltámos para o hotel e dormimos o resto da noite. Quando acordei vesti um fato de treino e fui correr. Parei para beber uma bebida no casino onde tínhamos estado.

- Ora viva. – Cumprimentou-me o homem que usava as falas do filme da Múmia.

Fiz um ar de enjoada.

- O que é que queres? – Perguntei, sem estar minimamente interessada na resposta.

- Saber se estás pronta para esta noite. Sabes, o Spike é muito forte… talvez fosse melhor desistires, antes que magoes essa cara bonita.

- Pois… não me parece.

- O que quer que seja que vocês andam à procura deve ser muito valioso, para te arriscares a ficar partida aos bocadinhos.

- Isso é jogo psicológico. Estás-me a meter medo para eu desistir. Não vai acontecer. Lembras-te na outra noite quando eu disse que te podia mostrar coisas mais assustadoras do que tu a mim?

- Como é que podia esquecer?

- Óptimo, eu estava a falar a sério. Agora, se me dás licença, tenho uma luta com um brutamontes e tenho que me preparar.

Saí de lá e voltei para o hotel. Eles já estavam acordados e ajudaram-me a treinar. Acho que, apesar de não querer, inconscientemente tenho usado demasiado os poderes nas lutas, e isso faz com que fique mais vulnerável quando não os posso usar, como neste caso. A tarde passou mais depressa do que desejava e depois do jantar já estava na hora de irmos ter ao armazém.

Entrámos e depois ficámos um bocado à espera que a luta que estava a decorrer acabasse.

- Tens a certeza que queres fazer isto? – Perguntou Jason. – Ainda podes desistir.

- E deixá-los vencer assim? – Virei-me para ele. – Nunca. Já me conheces, por isso não te preocupes. Eu fico bem, além disso, posso sempre imobilizar a sala toda e ter tempo para pensar no que fazer.

Beijou-me.

- Desde que fiques bem.

- Vou ficar.

A luta acabou e entrou um homem no círculo que não era, de longe, tão musculado como os outros e trazia um microfone na mão.

- Boa noite pessoal! – Gritou. – Hoje temos uma participante nova. Como já todos sabem, a forasteira Marilú. – E apontou para mim. – Vai lutar contra o grande, extraordinário, e já da casa, Spike!

Spike apareceu de dentro da multidão e atirou o casaco para um homem, cuspindo em seguida para o chão, com os braços no ar, a saborear os aplausos. “O tipo parece um porco”, pensei, desagradada.

Tirei o meu casaco de cabedal e fiquei apenas com um top preto e umas calças de fato de treino rosas, curtinhas e justas. Tirei o elástico que tinha no pulso e fiz um rabo-de-cavalo.

- Boa sorte Mel. – Disse Bryan.

- Obrigado.

Dirigi-me para o centro de fiquei frente-a-frente com o brutamontes do Spike. A multidão estava a assobiar, a dizer que de maneira nenhuma o Spike seria derrotado por mim e a dizer para o Spike não ter misericórdia. Estas coisas irritam-me mesmo.

- O nome é Spike, Spike o Terrível. – Disse-me Spike, cuspindo em seguida para o chão.

O homem lingrinhas do microfone deu sinal para começarmos e Spike atirou-se logo para mim, mandando-me ao chão em três tempos. Começaram-se todos a rir e Spike cuspiu de novo para o chão.

Não sei qual é a regra de que quem tem este estilo de vida tem que estar sempre a cuspir.

Levantei-me. Ainda não estava esfolada, mas se isto continuasse assim, ia ficar, e não ia demorar muito tempo. Spike veio de novo para mim e esticou o braço para me dar um murro, mas eu baixei-me. Em vez do murro, levei com um pontapé e voltei a cair. A força dele comparada com a dos demónios não sei qual é pior, mas sei que estou a ficar um bocadinho farta de cair. Agora sim, já estava a deitar sangue de um joelho.

Vi Jason de relance, ele parecia estar num grande sofrimento, e por isso evitava olhar. Eu tinha-lhe pedido para que acontecesse o que acontecesse, ele não se meter.

Ainda antes de me levantar Spike deu-me mais dois pontapés, fazendo-me rebolar. Conseguia ouvir os risos, as piadas, a ignorância. Estava prestes a imobilizar aquela sala inteira, mas contive-me. Não ia descer ao lugar deles, ia conseguir fazer isto sem magia, agora já não se tratava só de lhes provar a eles, tratava-se de me provar também a mim de que conseguia fazer isto. Levantei-me lentamente e quando tive a certeza que me conseguia equilibrar, avancei e dei-lhe um murro que fez com que virasse a cara. Ele olhou para mim e sorriu.

- Ai, faz cócegas. Tens a certeza que não queres desistir boneca? – Perguntou, presunçoso.

Em certas coisas fazia-me lembrar Neal Borris, o caçador convencido e presunçoso que já tive o prazer de vencer duas vezes.

- Tu queres? – Perguntei, retoricamente.

Dei-lhe um pontapé e depois outro, mas ele agarrou-me na perna e elevou-me, agarrou-me por cima dos seus ombros, com uma mão numa das minhas pernas e a outra no meu pescoço e começou a abanar-me.

- Parece que temos uma menina indefesa. – Gozou.

- Não me parece! – Exclamei, com raiva patente na voz, enquanto lhe puxava a mão que tinha no meu pescoço para a minha boca e a mordi.

Ele soltou um grito de dor e largou-me, fazendo com que caísse no chão. Levantei-me rapidamente e fiquei de novo frente-a-frente com ele.

- Sua inepta. – Insultou.

- Uhh, agora usamos palavras caras é? – Perguntei, retoricamente. – Pessoalmente gosto mais da palavra “imbecil”.

Dei-lhe um pontapé que lhe acertou na cara e fez com que caísse e depois dei-lhe mais dois enquanto estava no chão. Pus-me em cima dele, de modo a que não se conseguisse levantar.

- Não parecêssemos tão fortes agora pois não? – Perguntei, com um tom de gozo na voz. – Assim que estiveres pronto para desistires diz.

Ele agarrou-me e mandou-me para o lado, levantou-me e depois deixou-me cair no chão, ia-se mandar para cima de mim mas eu desviei-me fazendo com que caísse no chão.

- Ok, já estou a ficar um bocadinho farta desta dança.

Ele já estava levantado e à minha frente quando começou a correr para me atacar, eu desviei-me e fiz-lhe uma rasteira, mas ele não caiu. Em vez disso, veio de novo contra mim e eu comecei a correr em direcção a uma parede e fiz o mesmo que já tinha feito com talvez dois demónios, quando tive a certeza que ele não ia ter tempo para parar, subi a parede, dei impulso e um mortal para trás, fazendo com que ele fosse bater na parede. Ele caiu para o chão e eu pus o pé em cima do seu peito.

- Desisto. – Pronunciou por fim.

- Que pena. Ainda estava só a aquecer. O nome é Melanie, Melanie a Caçadora – Gozei. Depois virei-me para a “plateia” – Ok pessoal, eu venci, por isso quero que me respondam a tudo o que quero saber!

Depois de falarmos com eles e de eles nos dizerem onde o demónio estava fomos atrás dele e depois de o matarmos, o que depois de uma luta com Spike se revelou ser uma tarefa fácil, voltámos para o hotel e Jason ajudou-me a tratar dos cotovelos e dos joelhos.

Ficámos lá no dia seguinte e à noite fomos para outro casino, para fazer a despedida de Las Vegas.

- Ahh, Blackjack! – Gritei.

Bryan chegou-se ao pé de mim.

- Pensava que não gostavas deste tipo de jogos…

- Aparentemente já gosto… já ganhei três de seguida.

- Sorte de principiante.

- Não duvides.

Ele pensava que eu ia ripostar, por isso ficou sem saber o que dizer.

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