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Déjà Vu Sobrenatural

por Andrusca ღ, em 27.11.10

Ps: a igreja existe mesmo xD (e tive montes de trabalho para a encontrar, porque queria um nome tchanã xD)

Espero que gostem :D

 

Capítulo 38

Salvação

 

As coisas estão mal outra vez, tudo. Eles voltaram ao princípio onde dizem o que querem e nada importa. A Vicky, o Phil e o Gabriel também estão a perder a fé, e eu não os consigo puxar para cima sozinha, não outra vez.

Estou cansada, cansada de ter que puxar sempre toda a gente para cima, mas a saber que não tenho ninguém para me puxar a mim se cair.

- Tu não pareces bem… - Observou Vicky, à porta do quarto de hotel.

Sentei-me e limpei as lágrimas, que teimavam em cair.

- Estou bem. – Respondi, sem convicção e com a voz um pouco rouca, do choro.

- Sabes… tu não tens que agir como uma pedra… às vezes vais precisar de mostrar o que estás a sentir…

- E isso seria o quê? – Levantei-me e comecei a andar pelo quarto. – Como eles me decepcionam sempre?! Os dois! Como eu tenho sempre que ter a fé toda e eles vão-se abaixo à primeira tentativa?! Como eles escolhem sempre o caminho mais fácil e eu tenho que endireitar as coisas?!

- Alguma coisa desse género… - Ela sentou-se na cama e observou-me.

- Eu quero acreditar que é diferente… - Caiu-me outra lágrima. – Que eles mudaram… que se tornaram mais optimistas, mais felizes… mas é mentira, eles continuam na mesma, continuam tão enterrados como estavam quando os voltei a encontrar… e estou a começar a ficar cansada de ter sempre que os segurar, porque sinto que se não os segurasse, eles caiam, e se caíssem, era o fim de tudo, para mim, era o fim. Mas estou a começar a ficar sem forças… segurei-os tantas vezes, que agora… só me apetece deixá-los cair e cair com eles.

- Melanie…

- E depois sinto-me mal por pensar assim, sinto-me mal por estar a desistir, por estar a fazer exactamente o que detesto que eles façam… mas a diferença é que… eu não tenho ninguém para me agarrar.

- Tens sim. Tens-me a mim, e tens o Jason, que, apesar de estar a atingir o fundo do poço, voltava para cima para te agarrar, porque te ama, e tens o Bryan, que te considera como uma irmã e nunca deixaria que nada te acontecesse. E o Gabriel… ele mudou bastante desde que te conheceu, não parece, mas tornou-se mais humano… e o Phil, que te considera uma filha… tu mudaste-nos a todos para melhor.

- E isso deixou-nos com o quê? O Diabo continua à solta, e eles, vocês, estão a quebrar a cada segundo que passa… por isso sim, serve de muito o Phil considerar-me uma filha ou o Gabriel estar mais humano…

- Mel…

- Estou a perder a fé Vicky, depois de tanto tempo a dizer-lhes que tínhamos que continuar a lutar, estou a perder a fé…

- A fé é a última coisa a morrer Mel, não te podes deixar vir abaixo assim.

- O problema é que… já morreu tudo o resto, ao longo deste tempo, já morreu tudo o resto e agora, agora é a vez da fé… e eu não sei o que fazer, porque me estou a sentir perdida, desamparada…

- As coisas vão melhorar, tenho a certeza que vão.

- Pois… não tenho a certeza quanto a isso.

Saí do quarto e desci as escadas, fui para o hall do hotel e sentei-me numa cadeira, com atenção ao que estava a dar na televisão.

- Ele está-se a divertir com o mundo. – Pronunciei, com desagrado.

- Ele é o Diabo… o que é que estavas à espera? – Perguntou Jason, retoricamente, ao meu lado.

- Mas nós não somos, e devíamos estar a tentar impedir.

- E estamos. Estamos à espera de informações.

- Pois, a falta delas é que levou a que ele matasse um hospital inteiro ontem.

- Isso não é culpa nossa Mel.

- É sim! Porque se eu tivesse lá entrado mais cedo, tinha tirado mais do que três pessoas de lá!

- Não é culpa tua Mel.

- O que é que nos aconteceu? O nosso trabalho era salvar pessoas, e agora estamos à espera que sejam mortas para estudarmos o Diabo… eu não concordo com isso.

- Queres falar sobre isso? – Ele parecia aberto a uma conversa, mas a este ponto, já não ia servir de nada, ele não ia mudar, ninguém ia mudar.

- Não.

- Tens a certeza?

- Jason não! Eu não quero falar. Estou farta de falar!

Saí de lá e comecei às voltas pela cidade. Perdi a noção do tempo enquanto caminhava por Salt Lake City, Utah. Acabei por parar em frente a uma igreja que lá estava. Era enorme, tinha uma espécie de três torres altíssimas e entre elas havia duas portas de entrada. Tinha várias janelas, tanto ovais como rectangulares. À frente havia um pequeno lago, que reflectia a imagem da igreja. Resolvi entrar, estava praticamente vazia.

Era tão grande por dentro como dava a parecer por fora.

Comecei a andar pelo meio daquelas duas correntezas de bancos de madeira e aproximei-me do altar, onde estava a imagem de Deus, pregado à sua cruz. Reparei que os vitrais das janelas tinham umas cores fabulosas.

- Posso ajudá-la? – Perguntou uma voz de homem, assustando-me.

Virei-me para ele. Era alto e esguio, e vesti uma daquelas túnicas de padres. Reparei que tinha uma bíblia na mão.

- Não, obrigado, eu só… vi a igreja e resolvi entrar.

- Bem, bem-vinda à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

- Nome apropriado… - Murmurei, mas ele não ouviu.

- Se precisar de alguma coisa é só chamar. – Começou a afastar-se.

- Obrigado.

- Abençoada sejas.

A mulher que também lá estava saiu, deixando-me sozinha naquele enorme salão. Fiquei a olhar para a imagem de Deus durante um pouco mais e depois sentei-me num dos bancos da fila da frente, ainda a contemplá-lo.

- Sabes… eu nunca fui este tipo de pessoa… uma pessoa que reza, que pede forças… - Abanei a cabeça. – Nunca tive o hábito disso. Mas agora… eu não sei em que acreditar. Se há dois anos me perguntassem se Deus existia, se Tu existias, eu dizia que não acreditava. Mas tu salvaste-me duas vezes, e não sei quantas mais olhaste por mim, por isso sim, agora eu acredito. E lamento que tenha precisado de provas. E eu estou a rezar… o que nem sei muito bem como fazer… - Soltei um pequeno risinho. – Mas eu não sei o que fazer. Ele está cá. Lúcifer. E eu não sei se vou conseguir combatê-lo, não sei se tenho força suficiente. Por isso peço-te que ma dês. Que me dês força, agilidade… mas sobretudo coragem para lutar com o Diabo. E eu sei que já me deste imenso, mas eu preciso disto. Eu preciso de acreditar que me estás a ouvir e que nos vais ajudar nesta luta porque… porque estou a começar a perder a fé. Em mim, nos meus amigos… em tudo o que é bom. Mas não a posso perder, a fé, não ainda, ainda não cheguei à luta. E quando chegar é para dar tudo por tudo para vencer. Eu quero vencer o Diabo. E isto sou eu… a rezar. Obrigado por ouvires… e por salvares a minha vida. – Levantei-me e comecei a caminhar até a porta mas parei repentinamente e virei-me de novo para a sua figura. – Esqueci-me, Amém.

Senti uma brisa muito leve que me fez voltar a olhar para o altar e depois saí. Já estava a escurecer, não tinha ideia de que tinha ficado durante tanto tempo naquela igreja.

Voltei para o hotel e para meu espanto vi Vicky a conversar com Jason. Ia-me juntar a eles, mas percebi que estavam a falar de mim.

- Tu conheces a Mel, e sabes que ela vai matar o Diabo, ou morrer a tentar. Digo-te, nunca vi uma pontinha de escuridão nela. Por isso tenho que te perguntar, tens medo de perder a batalha, ou de a perder a ela? – Perguntou ela.

- De a perder a ela claro! Eu não acho que…

- Abre os olhos rapaz, da forma como a andas a tratar, é isso que vai acontecer…

- Eu não a ando a tratar mal…

- Mas andas a desistir. Ela não é parva, consegue perceber isso perfeitamente. Ou vais dizer que as coisas entre vocês andam melhor que nunca?

- Eu não a quero perder. Nós vamos lutar, não porque somos obrigados, mas porque queremos, porque tudo o que somos hoje devemos-lhe a ela. Nós vamos combater o Diabo, só precisamos de saber como.

- Nós sabemos como. É ela.

- E se ela não conseguir?

- Então estaremos lá, para a ajudar a vir para cima, para lhe amparar a queda, para tudo o que ela precisar. Só lhe temos que dizer isso.

Esta sensação é boa. Mesmo que sejam apenas palavras, coisas vazias, na maioria das vezes sem os significados correspondentes, sabe bem ouvir. Ouvir que eles não querem desistir e que me vão ajudar no que precisar.

Sorri e dei uns quantos passos na direcção deles até que se viraram para mim.

- Acabaram de dizer. – Murmurei, limpando uma lágrima que se tinha formado e estava prestes a cair.

Jason levantou-se e envolveu-me nos seus braços.

- Não vamos perder a fé desta vez Mel. Não vamos. – Assegurou.

Jantámos e depois adormeci assim que caí na cama.

Acordei com uma sirene dos carros da polícia. Fui até à janela e afastei o cortinado. A cidade estava um caos, haviam prédios a arder, pessoas a assaltar outras com armas à plena luz do dia, e acidentes de carro por todo o lado.

Acordei Jason e depois vesti-me à pressa para ir acordar Bryan.

Entrei de rompante no quarto de Bryan e enquanto o tentava acordar explicava a Vicky, que estava deitada ao seu lado, o que é que tinha visto pela janela.

Quase que tive que mandar Bryan para fora da cama para que este acordasse e depois disse-lhe para ir espreitar à janela.

Fui buscar as coisas ao quarto, fizemos check-out do hotel e pusemos as coisas no carro, depois começámos a andar pela cidade.

- Isto está um desastre… - Murmurou Vicky, enquanto íamos andando.

- Um verdadeiro apocalipse. – Disse eu, baixando-me repentinamente porque vinha um pé-de-cabra direito a mim.

- Como é que o vamos impedir? – Perguntou Jason.

- Não faço ideia… mas temos que pensar em alguma coisa, e tem que se rápido. – Respondeu Jason.

- Estamos tão tramados. – Murmurei. Olharam todos para mim. – O quê? Estou só a dizer… eu sou optimista, não cega.

- Estão a ouvir isto? – Perguntou Vicky.

- O quê? – Perguntou Bryan.

- Está tudo silencioso… o barulho parou.

O barulho tinha parado por completo, os gritos de pânico, as buzinas dos carros, as sirenes dos carros de patrulha, os bebés a chorarem… agora estava tudo num perfeito silêncio, o que só poderia querer dizer uma coisa.

- Está qualquer coisa atrás de nós, não está? – Perguntei, aborrecida.

Virámo-nos todos ao mesmo tempo e lentamente e vimo-los. Soprei de desagrado.

- Detesto zombies. – Murmurei, quando explodi o primeiro.

Enquanto Jason e Bryan iam disparando sobre os zombies e eu os ia explodindo, íamos todos correndo pela cidade, à procura de um sítio para nos protegermos deles.

- Aqui! – Disse eu, abrindo a porta da igreja onde tinha estado ontem.

Entraram todos e depois fechei a porta antes que algum zombie entrasse. Barricámos a porta e sentámo-nos nos bancos, esgotados.

- O que é que vamos fazer? – Perguntou Bryan.

- Não sei, mas da última vez que lutei contra zombies morri. – Disse eu, arfando.

- Sim, mas não por causa dos zombies… - Disse Vicky.

- Não interessa, continuo a não gostar deles…

- Esta igreja é bonita. – Observou Jason

- Pois é, e chama-se Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. – Disse eu, sorrindo forçadamente em seguida.

- Apropriado… - Disse Jason.

- Isso foi o que eu disse ao padre…

Levantei-me e comecei a dar uma volta pela igreja. Ouvi um ruído vindo por trás de uma porta e fui ver o que era. Abri a porta bruscamente e vi o padre, encostado a um canto e cheio de medo.

- Padre. – Murmurei eu, aproximando-me.

Ele agarrou no crucifixo que tinha ao pescoço e estendeu o braço na minha direcção, como se estivesse a tentar proteger-se.

- Não o vou magoar padre. – Disse eu.

- Sai daqui espírito maligno, não devias poder passar por estas quatro paredes santificadas! – Dizia ele, enquanto se levantava e se ia afastando de mim.

- Tenha calma, eu quero ajudar. Eu estou aqui para ajudar, por isso vou dar um palpite e dizer que já notou que a população está transformada em zombies…

Agarrou numa pequena garrafinha, destapou-a e mandou-me água para cima.

- Não te aproximarás. – Disse-me.

- Ei! – Queixei-me. – Se ajuda, eu sou uma bruxa e estou destinada a matar Lúcifer.

A expressão dele mudou.

- Melanie McKensie? – Perguntou. Agora era eu que estava surpresa.

- Como é que sabe o meu nome?

- Os anjos contaram-me. – Notava-se que já não tinha medo, estava agora a aproximar-se de mim. – Eles têm uma coisa para ti.

- Têm? O quê?

- Eles disseram que em breve entrariam em contacto, e que quando o fizessem, gostariam que estivesses receptiva.

- É o apocalipse, mais receptiva não me encontram.

Voltámos para ao pé dos outros e pensámos numa maneira de sair dali, mas tínhamos todas as saídas bloqueadas.

- Achas que ele vem para aqui? – Perguntei.

- Não duvido nada. – Respondeu Vicky.

Nisto uma das enormes portas da frente abre-se e entra por lá um homem alto, talvez com a estrutura de Bryan, alto e robusto, e com o cabelo muito escuro, mas foram os olhos que mais me prenderam nele. Ele tinha encontrado o seu verdadeiro corpo. “Nem sei porque é que nos damos ao trabalho de barricar as portas”, pensei, ironicamente.

- Olhem, outro sobrevivente. – Disse Jason, direccionando-se a ele.

Pus-lhe a mão à frente, parando-o e engoli em seco.

- Ele não é um sobrevivente. – Disse eu. – É o Diabo.

- Diabo, isso é um nome tão forte, quase que me faz parecer… mau. – Disse Lúcifer, soltando um sorriso maléfico em seguida.

- Santo Deus. – Murmurou o padre.

- Não é bem a mesma coisa. – Disse ele, que, com um gesto, fez com que padre entrasse em combustão espontânea.

Não havia nada que pudéssemos fazer para o obrigar a parar, era demasiado forte, demasiado poderoso, e nenhum de nós tinha um terço da imensidade do seu poder.

Virou-se para Vicky e observou-a durante uns segundos.

- Olá irmãzinha. – Murmurou, sorrindo em seguida.

- Eu não te sou nada. – Respondeu ela, rudemente.

- Boa, porque nesse caso não preciso de me preocupar em matar família…

Com outro pequeno gesto Vicky começou a contorcer-se toda, como se estivesse com a morrer de dores. Caiu no chão e continuou aos gritos e a contorcer-se. Bryan mandou-se para ao pé dela e tentou confortá-la, mas sem sucesso.

- Pára com isso! – Gritei eu.

Jason tinha os seus braços envoltos na minha cintura, desprendi-me deles e comecei a caminhar até Lúcifer.

- Não me ouviste?! Eu disse-te para parares! – Disse, dando-lhe um pequeno empurrão no ombro.

- Como ousas? – Perguntou ele. Mandou-me pelos ares como eu costumo fazer com a telicnese. – Tu não és nada. Só uma pirralha que pensa que é gente.

Começou a dirigir-se a mim e quando Jason se ia mandar a ele, deu-lhe um murro que o fez voar até à outra extremidade da igreja.

Levantei-me um bocado desengonçada e olhei para os meus amigos, todos no chão, todos a sofrer, fosse por que motivo fosse.

- E tu és apenas um filho mimado e chorão. – Disse eu. – Só porque o teu pai parou de te dar tanta atenção começaste a brincar com as pessoas!

- Talvez… mas é muito mais divertido que seguir as ordens do papá. – Disse ele, agarrando-me e levantando-me.

Dei-lhe um pontapé na barriga e ele largou-me, fazendo com que caísse outra vez. Voltei a levantar-me e encarei-o, depois estiquei o braço, concentrei-me com um enorme esforço e movi a mão, mandando-o contra uma parede. Ele soltou uma gargalhada.

- Achas que isso é suficiente? – Perguntou. – Olha para os teus amigos. – Vicky ainda se contorcia no chão, com dores, enquanto Bryan a tentava acalmar, e Jason estava inconsciente. – Achas mesmo que isso chega para me derrotares e salvares os teus amigos patéticos? Não é nada pessoal mas…

- É. – Disse eu, sem o deixar acabar. Aproximei-me lentamente. – É pessoal. E podes olhar bem para mim, porque custe o que custar, sou eu que te mato.

Ele ficou a ponderar um pouco até responder.

- Estou aqui para ver isso. – E num piscar de dedos, desapareceu.

As dores de Vicky pararam e quando conseguimos despertar Jason, saímos de lá. A cidade estava completamente destruída, completamente, menos a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, onde nós nos encontrávamos.

Dirigimo-nos para o carro que estava soterrado com destroços, e depois de lhos tirar de cima fomos para casa de Phil e eu percorri todos os livros que tínhamos sobre sobrenatural, à espera de encontrar alguma coisa sobre como deter Lúcifer.

Ouvi vozes na sala, por isso desci e vi duas caras novas. Foram-me apresentados como anjos, dois homens muito parecidos.

- Nós sabemos como parar Lúcifer. – Disse um, que tinha barba ruiva.

- Como?

- Há muitos séculos, quando a bruxa derrotou Lúcifer, ela fê-lo com um feitiço escrito por ela mesma. Nós temos o feitiço. – Elucidou o outro, com uma barba mais comprida e branca.

- Mas ela não o matou. – Disse Jason. – Ela prendeu-o.

- É a nossa melhor jogada. – Disse Vicky.

- Então o quê, é só ler o feitiço? – Perguntou Bryan.

- Tem que ser lido por ela. – O da barba ruiva apontou para mim. – Perto de Lúcifer.

- Ok, dêem-me o feitiço. – Pedi.

- Não estás pronta. – Disse o da barba branca. – Não vamos desperdiçar uma oportunidade única quando não estás pronta. Vamos esperar.

- O quê?! Ele está a liquidar pessoas! – Não acredito como é que esta gente consegue dormir à noite.

- Terás o feitiço, quando for o momento oportuno. – E desapareceram.

- Perfeito! – Gritei. – Para isso não vinham dizer nada!

- Tem calma, nós vamos conseguir. – Disse Bryan.

- Sim, vamos conseguir dar cabo daquele imbecil. – Disse Jason, ponto as suas mãos no meu pescoço e olhando-me nos olhos.

Apesar de tudo, estou orgulhosa deles, parece que desta vez não vão mesmo desmoralizar e vão continuar a lutar. Mas até que ponto é que não passam pela linha de apoiar-me ou proibir-me de fazer certas coisas?

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