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Déjà Vu - Anabella

por Andrusca ღ, em 21.04.11
Prefácio

De um momento para o outro…perdi tudo o que era importante na minha vida. Tive que mudar de país, logo, automaticamente, mudei de amigos, escola e etc.
Mas por um lado nem tudo foi mau, mas apenas por um triz, no final, acabou por ficar tudo bem… Estava escrito nos fados? Não me parece provável, pois porque eu não acredito nisso, acho que nós é que fazemos o nosso fado.
Disse que estava condenado; também não acredito nisso…

 

1º Cap. - Mudança

Acabada de entrar no avião para ir ter com o meu irmão, suspiro, a pensar no que perdi, eu Katty Russo - ok, é Catherine, mas acho que é muito longo, por isso optei por Katty. Porquê Catherine? Porque na Inglaterra não aceitava Catarina, nasci na segunda lua-de-mel dos meus pais. 

Bem…voltando à história miserável da minha vida; Perdi o meu namorado de dois anos, Daniel, que me traiu com a minha amiga, a Susana.

*Flahsback*

A caminho do último dia de aulas, com a companhia de Ágnes e Anna, todas felizes a pensar “ÚLTIMO DIA DE AULAS!” Bué felizes da vida… até que – para mim – o meu mundo desabou, enquanto vejo o Daniel agarrado a Susana, mas não a empurra-la, mas sim a puxa-la para si. A minha visão começa a ficar turva, mas nem pensar que me vou quebrar à frente daquele monte de estrume. Chego-me ao pé deles sem fazer barulho e digo:
- Estão a divertir-se?
Eles ficam chocados quando me vêem, pois… provavelmente não estava à espera…

- Katty! Eu posso explicar! – Mentira. Como é que eu sabia? Pela expressão do seu rosto? Não. Porque eu era como se fosse um “detector de mentiras”. Sabia se uma pessoa estava a mentir e porque estava a mentir. Quando alguém quisesse me dar alguma coisa, era muito difícil. Apenas a minha família e os meus melhores amigos sabiam.

- Foi ele que me puxou! – Defendeu-se Susana e eu sabia que era verdade, mas ela também não fez nada para o parar o que significa que também queria, por isso tinham os dois culpa…

A única resposta que eu dei foi: - Sejam muito felizes os dois! - Dei um abraço a Susana e um murro a Daniel que acabou por cair.

Foi ter com Ágnes e Anna e continuamos o nosso caminho.
Eu não estava com cabeça nenhuma para ficar na escola… estava sempre sozinha, mas infelizmente, por um lado, o meu melhor amigo e a minha melhor amiga, que namoravam encontram-me.

- Katty! Porque é que não estas com o resto da turma? – Porque não me apetece ver as trombas do Daniel e da Susana!

Mas antes de sair isso, não caiem as traidoras das lágrimas. Miguel e Rita abraçam-me.

Miguel era um rapaz alto, com caracóis aloirados e de olhos pretos, parecia um palito, mas tinha os músculos definidos, devido à natação, e Rita era uma rapariga baixinha, inferior aos meu 1,65cm, com caracóis rebeldes e loiros a condizer com a sua pele pálida e os seus olhos azuis.

Após de nos termos sentado, ele pergunta: - O que é que se passou? – Ele estava com incerteza no rosto – Soubeste do Daniel e da Susana? – Perguntou meio acanhado.

A minha expressão de tristeza passou a choque. Toda a gente sabia menos eu?! Porque é que ninguém me disse?!

- Porque é que não me disseste? – Eu sabia a razão mas queria ouvi-lo dizer.

- Bem, estavas sempre tão feliz com ele, que pensamos, bem quero dizer, eu pensei, que talvez fosses mais feliz na mentira… e depois durante dois meses eles pararam… – O QUÊ?! – Quando Miguel viu a minha expressão calou-se e Rita mandou-lhe um olhar de reprovação e as minhas lágrimas recomeçaram a cair mais violentamente…

* Fim do Flashback*

 

E depois comecei-me a rir de desgosto… mas se fosse só isso para me alegrar, não.

Passado, três dias, a minha família teve um acidente de carro.

Eu fiquei em casa.

Quando me aparecem dois policias em casa, a dizer que toda a minha família, que eram quatro pessoas no total, tiveram um acidente de carro e que nenhum deles sobreviveu.

Foi como se alguém me tivesse tirado o tapete debaixo dos pés, tirado o oxigénio todo, que tinha nos meus pulmões.

Caí no chão e as lágrimas começaram a cair…

O que é que me iria acontecer agora; Não havia mãe para dar ordens; não havia pai para me defender e mimar, mais do que a mãe; não havia gémeos irritantes a chatearem-me a cabeça. O que é que seria de mim?

Os polícias disseram que, as últimas palavras da minha mãe foram, para eu ficar com o meu irmão mais velho. Mas o meu irmão estava nos EUA, e eu só tinha catorze anos. A segurança social decidiu que eu iria ficar com os meus tios e aos dezassete, poderia ir ter com o meu irmão.

E aqui estou eu com dezassete anos e a caminho de Forks. Eu acho que o meu irmão quer viver em todos as cidades dos EUA, pois já é a sua sexta casa em doze anos.

E sim, eu estava com medo. Sou só uma adolescente de dezassete anos.

O voou durou por volta de umas sete horas e quando cheguei tinha a família do meu irmão toda junta.

Ele, Rui – Ele fora para os EUA, por causa da sua namorada, agora mulher, a minha cunhada, Susan, o meu sobrinho mais velho de catorze anos, Denni, a minha sobrinha Lisa e o meu sobrinho mais novo, Kyle.

Todos à minha espera com um sorriso no rosto.

 

Como vocês provavelmente repararam (ou não, não sei), esta história NÃO É minha.

Pu-la aqui porque a pessoa que a escreveu é muito especial para mim, a razão por que criei o blog, e porque queria mesmo que o blog dela tivesse mais sucesso porque ela merece.

Se quiserem saber como continua a história, cliquem aqui e leiam, que vale a pena ^^


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